quarta-feira, 27 de setembro de 2017

A vez de Oswaldo



por Priscila Oliveira

Antes que setembro acabasse, o Atlético dispensou o técnico Micale. Mais um técnico. Ninguém viu sentido na sua chegada e ninguém se surpreendeu com a sua saída. 

Antes que o lugar do ex-treinador esfriasse, essa diretoria atleticana anunciou o novo comandante do barco: Oswaldo de Oliveira. Já chegou mandando logo que era "um sonho" dirigir o Atlético. Falou lindamente do Galo, Mas, estou cansada disso. Os últimos jogadores contratados chegaram com o mesmo discurso: Fred, Robinho, Felipe, Rafa Moura. Juras de amor ao vento. Pode até ser verdade, mas chega e mostra serviço primeiro, depois jura, depois conta que sempre amou o Galo. Antes de declaração de amor de técnico e jogador, quero profissionalismo. Se tiver só vontade de acertar, também aceito. Um bom exemplo disso que tento explicar é o Guilherme. "Fontes" juram que ele torce pro yale, mas quando esteve aqui foi tão profissional que chegou ao status de herói. Nunca vi comemorar um gol no Galo com paixão. Mas colocou o time numa final de Libertadores. Então, vamos parar com essa história de beijar camisa e jurar amor em apresentação... 

Voltando a falar só de Oswaldo.... Experiente e não se pode dizer que não seja vitorioso. Já que está aí, precisa de apoio para mais essa decisão de quem “comanda” o Clube.

Pode surpreender com um bom trabalho? Pode! Não duvido da competência de ninguém. Ainda mais em um time de futebol, onde o querer dar certo deve, ou devia, depender da vontade da maioria.

Ah, lá atrás... Não era momento do Roger sair... Beeeeem mais lááááááá atrás ainda, o maior erro foi dispensar o Levir num ato de “arrogância”, que nunca pertenceu ao Galo; numa forma errada de dispensar um vencedor que a gente tá pagando por isso até hoje.

A real sensação é a de ver Atlético voltar no tempo... Espero que seja só uma falsa impressão. Boa sorte, Oswaldo!

Bora Galo! Um filho teu não foge à luta! 

domingo, 30 de julho de 2017

Atlético vence fora de casa




por Priscila Oliveira

O Atlético venceu por 2 a 0 o Coritiba no domingo, 30 de julho, no estádio Couto Pereira. A partida foi válida pela 17ª rodada do campeonato brasileiro, onde o Alvinegro ocupa o 10º lugar (chegou ao 9º lugar, mas caiu uma posição ao final da rodada), com 23 pontos. Nessa partida, o zagueiro e capitão Leonardo Silva completou 300 jogos com a camisa do Galo, em uma história de grandes conquistas, diga-se de passagem.

Mais uma vitória fora de casa e o Atlético já é o terceiro melhor visitante (atrás, apenas, de líder e vice-líder da competição). Dos 23 pontos, 15 foram conquistados no campo adversário (em oito partidas, venceu quatro e sofreu apenas uma derrota). Parece que, finalmente, aprendeu a jogar longe dos seus domínios. Fato que dificultou o título brasileiro nos últimos anos. Porém, é o terceiro pior mandante, com somente oito pontos conquistados dos 27 disputados no Horto (foram duas vitórias, dois empates e cinco derrotas). Desaprendeu a jogar em casa, desacostumou com a pressão da torcida, talvez.

Foi o segundo jogo sob o comando de Rogério Micale, que colocou grandes nomes do time, como Elias e Robinho no banco (não sei se por opção ou por descanso) e conseguiu o primeiro triunfo. Fato é que a estratégia com uma escalação diferente deu certo.

Em mais um partida de decisões polêmicas da arbitragem, o Atlético conseguiu ser melhor, que adversário e apito, e venceu. Depois de um gol legítimo anulado, aos 7 minutos do 1º tempo, o Galo abriu o placar aos 12’, na ótima cobrança de pênalti de Fábio Santos que marcou o seu primeiro gol com a camisa atleticana. Chute forte, sem defesa e Atlético 1 a 0. Aos 24’, o árbitro marcou mais um pênalti para o Galo. Esquisito, né?! Até pareceu que era dor na consciência por não ter validado um gol legítimo. Cazares cobrou rasteiro e mal e o goleiro defendeu. Cazares está precisando dar um gás a mais. O time precisa dele 100% dedicado. Tem talento, já provou só precisa dar sequência com boas atuações.

O gol da vitória veio no 2º tempo com He-Man. Depois de perder um gol incrível no início da etapa final, Rafa Moura conseguiu fazer mais um gol para o Galo, aos 27 minutos. Marcos Rocha cruzou e o atacante dominou e finalizou. Atlético 2 a 0 no Coritiba de Marcelo Oliveira (foi a estreia dele por lá).

Uma vitória muito importante para quebrar uma sequência de resultado ruins e dar, um pouco, de tranquilidade e confiança para a recuperação. Os destaques da equipe foram as surpresas na escalação de Micale, Pablo e Gustavo Blanco. Os jogadores atuaram muito bem e podem ser boas peças para a verdadeira reação. #VamuGalo. 

Saudações Atleticanas!!!

Foto: Site oficial do Atlético

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Atlético deixa a Copa



por Priscila Oliveira

O Atlético perdeu por 3 a 0 para o Botafogo nesta quarta-feira, 26 de julho, no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. Foi a partida de volta das quartas de final da Copa do Brasil. Com o resultado, o Galo deu adeus à competição.

Aos 44 minutos do 2º tempo, o jogo ainda estava 2 a 0, com o Atlético criando mais chances de fazer um gol da classificação. Porém, mais uma vez, pecou pela falta de capricho na finalização em um universo de mais de 30 cruzamentos.  Num vacilo, aos 45 minutos, o adversário foi lá e matou o jogo de vez. Doeu! Mais uma vez, esses cariocas no meio do caminho. Era a chance de um acerto de contas e o Galo deixou escapar.

O adversário saiu na frente aos cinco minutos do 1º tempo. Aos 41, ampliou. Está certo, que a equipe atleticana não apresentou um bom futebol, novamente. Mesmo assim, ficou a sensação que uma vontade a mais, um capricho a mais no ataque, poderia ter dado a classificação para o Atlético.

Nitidamente, o time de Micale foi para defender o resultado conquistado em BH, quando o comandante ainda era o Roger. Micale parece que quis ganhar parte da torcida que critica o Carioca e o sacou do time. Depois, percebeu a equívoco e voltou com o jogador para o 2º tempo, mas já estava 2 a 0. Não dá pra afirmar, mas pode ser que começou perdendo ali. Só uma hipótese. Por outro lado, ao que tudo indica, o trabalho de Micale será mais de psicólogo (para os jogadores veteranos) e coach (para os mais novos) que, propriamente, de técnico.  

O momento é de abraçar e apoiar este time, antes que ele se perca de vez. Foco no Brasileiro, principalmente.  E chama o povo pra ajudar, porque esses torcedores “consumidores” aí, não estão dando conta.

Vida que segue...

Saudações atleticanas!!!


Foto: Site oficial Atlético

domingo, 23 de julho de 2017

Galo perde para o Vasco




por Priscila Oliveira

O Atlético perdeu por 2 a 1 para o Vasco no domingo 23 de julho, no Independência. A partida foi válida pela rodada do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro está em 13º lugar com 20 pontos.

O time atleticano foi comandado por Diogo Giacomini e o futebol apresentado, novamente foi abaixo das expectativas, de muitos cruzamentos e pouca eficiência pra finalizar e de impaciência da torcida.

O Vasco saiu na frente aos 13 minutos do 1º tempo. Aos 17 veio o empate atleticano. Yago roubou a bola e finalizou de longe, com um belo chute de fora da área. A bola bateu no travessão e quicou dentro do gol. Atlético 1 a 1. O moleque até se emocionou com o gol. E é essa emoção que está faltando a esse time. Aos 22 minutos do 2º tempo, o Vasco fez o segundo gol.

O time precisa de uma sacudida para voltar ao campeonato e a torcida é para que Micale consiga fazer isso. Caso contrário, vai complicar de vez. Hora de apoiar!

O Atlético enfrenta o Coritiba na próxima rodada do Brasileiro, dia 30 de julho. Antes, vai decide com Botafogo a vaga na semifinal da Copa, na quarta-feira, 26 de julho.


Saudações Atleticanas!!!

Foto: Site oficial do Atlético 

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Galo pressiona, mas perde em casa



por Priscila Oliveira

Tá complicado! O Atlético perdeu por 2 a 0 para o Bahia, na quarta-feira, 19 de julho, no estádio Independência. A partida foi válida pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time está no 11º lugar.

O time atleticano pressionou (até dominou) mas, sabe, quanto não há organização, objetividade?! Então... Ou o time quer fazer o técnico cair, ou não treina, ou está sentindo falta da torcida apoiando 100%. Porque, olha, não está bom! O Galo não conseguiu sair da marcação do Bahia e furar o bloqueio imposo. O adversário por sua vez, nas duas chances que teve não perdoou.

Aos 13 minutos, o árbitro marcou o pênalti de Fred que nem encostou em Zé Rafael. Na imagem não pareceu que houve toque, mas o atacante disse que foi. (Só não sei se disse a verdade, ou apenas não quis polemizar com arbitragem). Dessa vez, Victor não conseguiu fazer a defesa e o adversário abriu o placar. E, quando o Galo pareceu mais próximo do empate, o time baiano fez mais um. Aos 44 minutos do 2º tempo, o jogador dele arriscou de longe e mandou a no ângulo esquerdo pra fazer 2 a 0.

Novamente, vou falar da torcida porque de tática entendo pouco. Nenhum resultado ruim dentro de campo vai doer mais que ver a Massa perder a essência, virar consumidor, gritar olé e vaiar o time com a bola rolando. Torcedor é feito para apoiar, incentivar. Fosse pra jogar contra, teria outro nome, adversário talvez. Saber “cobrar” por melhores resultados, é bem diferente disso.

Saudações Atleticanas!

Foto: Site oficial do Atlético


Obs.: No dia seguinte, Roger caiu e, na sexta, foi anunciado Micale como novo técnico. Torcemos e oremos!

segunda-feira, 17 de julho de 2017

De virada, Atlético vence em Goiânia



por Priscila Oliveira

O Atlético venceu por 2 a 1 o xará goianiense no domingo, 16 de julho, no estádio Olímpico Pedro Ludovico, em Goiânia A partida foi válida pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Se nos jogos dentro de casa o Alvinegro tem tido dificuldade de vencer, é fora de casa que ele tem ido bem. E pensar que era o contrário... O time já figura como o que mais conquista pontos fora de casa. Em Goiás, o futebol passou longe de ser brilhante, mas garantiu a vitória atleticana e  a escalada para o 9º lugar, agora com 20 pontos. O adversário com uma camisa rubro-negra bem parecida com a do urubu, certamente, motivou o Galo.

O time da casa abriu o placar 23 minutos do 1º tempo. O Atlético não se deixou abater e de tanto tentar, aos 13 minutos do 2º tempo, Fred fez o primeiro. Cazares cobrou uma falta pela direita e o artilheiro desviou de cabeça para o gol. Atlético 1 a 1. Aos 28 minutos, outro gol de cabeça. Alex Silva fez o cruzamento pela direita e Elias, livre, cabeceou forte para o gol. O goleiro ainda tocou na bola, mas não teve jeito, ela entrou e o Galo virou. Atlético 2 a 1.

Foi o típico resultado que só valeu pelos pontos. O time não foi bem, mas teve raça pra construir a vitória. Essa história de ganhar mais jogando fora de casa, é pra fazer time e torcida refletirem. De um lado, os profissionais da bola precisam saber vencer a cobrança da torcida, já que a maioria é bem experiente. De outro, tem os torcedores, que precisam exercitar a paciência.

O Atlético terá dois jogos em casa na sequência do Brasileirão (Bahia 19/07 e Vasco 23.07). E antes, isso era motivo de confiança, agora é de preocupação. Ou e equipe deslancha de vez, ou a casa de alguém vai cair. 

Saudações Atleticanas!!!


Foto: Site oficial do Atlético 

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Atlético leva gol no final e Santos vence




por Priscila Oliveira

O Atlético perdeu por 1 a 0 para o Santos na noite de quarta-feira, 12 de julho, na Arena Independência. A partida foi válida pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado foi frustrante! Uma derrota em casa, com um gol sofrido no finalzinho do jogo. Na noite em que a torcida se reencontrou com os campeões pelo Alvinegro mineiro, Leandro Donizete e Levir Culpi, melhor para eles.

Um pênalti para cada lado e os goleiros ofuscaram os atacantes. Aos 27 minutos do 1º tempo, o árbitro marcou a falta de Marcos Rocha em Bruno Henrique na área. Kayke fez a cobrança e Victor foi lá no canto esquerdo para defender. Monstro! Aos 45, Leandro Donizete (acredito que, tentando ajudar o ex-Clube) fez pênalti em Cazares. Fred cobrou, não tão bem assim, e Vanderlei defendeu no canto direito.

O 2º tempo foi todo de Galo no ataque mas, novamente, não deu! E, quando todos já se conformavam com o empate, o árbitro marcou uma falta para o Peixe, próximo da área. Daniel Guedes cobrou e a bola foi para no gol. Enfim...

Não foi por falta de chance que o time não teve um resultado feliz, foi sim, mais uma vez, por não saber definir quando tem a chance, por não finalizar ao gol. O goleiro adversário passou, praticamente, o 2º tempo inteiro contundido e o time atleticano sequer arriscou um chute de longa distância. Foram só 60 % de posse de bola atleticana, mais de 50 cruzamento cruzamentos e mais de 20 finalizações. 

O técnico Roger reconheceu que faltou finalizar, na coletiva. “Dizer que jogou mal, não posso dizer, mas o que fica é o resultado e a derrota tem que doer para a gente. Não foi a produção, foi a falta de definição das jogadas, que nos daria a vantagem. A frustração é grande, mas temos que rever, reavaliar e voltar a unir forças para seguir”, comentou o treinador.

O fato mais lamentável e difícil de relatar aqui, veio da arquibancada, uma minoria de torcedores que viraram clientes, jogando cartão de sócio e exigindo resultado porque pagam por isso. Que triste! O Galo sempre foi movido pela torcida! Sempre foi assim e precisa continuar assim. Torcedores não é consumidor! Não o Atleticano! A Massa já apoiou times que bem inferiores defenderam a camisa alvinegra, se comparado ao que se tem hoje. Simplesmente pelo prazer de ir ao campo ver o Atlético. Ninguém está feliz com o que o time vem apresentando, principalmente, jogando em casa. Mas, sinceramente, se a torcida não jogar junto, só vai piorar a situação. Como sempre digo, a cobrança deve existir sim, mas dentro de um limite que não prejudique o desempenho do time em campo. Não tenho notícias de que vaiar com a bola rolando resolvesse. Reflita!

Saudações Atleticanas!!!

Foto: Site oficial do Atlético