quarta-feira, 17 de maio de 2017

Atlético goleia pela Libertadores e garante o 1º lugar no grupo

Cazares destruiu!


por Priscila Oliveira

O Atlético goleou por 4 a 1 o Godoy Cruz (ARG) nesta terça-feira, 16 de maio, no estádio Independência. Foi a 6ª e última rodada do Grupo 6 da Conmebol Libertadores Bridgestone de 17. Com a vitória, o Alvinegro somou 13 pontos, superou próprio o time argentino e garantiu o 1º lugar no grupo. Conquista que dá ao Galo o direito de jogar em casa o jogo de volta das oitavas, que terá início em julho.

Foi mais uma grande atuação do time atleticano, com golaços. A torcida pediu “Vai pra cima deles Galo” e o time atendeu. Cazares destruiu o adversário, deu show de futebol e comandou a trupe, mas também se fez garçom. Serviu e foi servido. Reencontrou o futebol e tomara que não o perca mais. Torcemos!

Logo aos três minutos, o equatoriano recebeu um lançamento maravilhoso de Marcos Rocha, antes do meio de campo, e tocou bonito por cobertura para fazer o gol. Atlético 1 a 0. E como o Rocha tem aprimorado os seus lançamentos e cruzamentos de um tempo pra cá... Melhor lateral-direito do Brasil. #VaiMarcão

Só dava Galo e Cazares no ataque. O muleque estava impossível! Jogadas inteligentes, passes precisos deixando os companheiros na cara do gol e quase fazendo mais um. Em mais uma boa jogada de ataque, Cazares recebeu passe de Robinho perto da área, tentou o drible e sofreu falta. Ele próprio foi para cobrou a falta por cima da barreira, alá Ronaldinho Gaúcho, a bola ainda bateu no travessão antes de entrar no gol. Lindo! Atlético 2 a 0. Foi o 5º gol do craque na competição.


O Alvinegro seguiu apostando no ataque e aos 46 minutos do 1º tempo, de novo ele envolvido na jogada. Cazares tocou no meio para Robinho que acionou Elias para bater no canto do goleiro e fazer Atlético 3 a 0. Mais um golaço de Elias que jogou muito novamente. Outro patamar. Firme na defesa, combativo no meio de campo e preciso quando ataca. Está em todo lado do campo e fica difícil ser marcado. Arma forte do Galo este ano.


Muitos já diziam que falta o de Fred e ele não decepcionou, aos quatro minutos da etapa final, ele fez. Yago tocou no meio para Cazares que serviu Fred na área. O artilheiro bateu na bola de primeira e o chute foi no canto do goleiro. Atlético 4 a 0. Fred é o vice-artilheiro da Libertadores, no momento, com seis gols.

O 2º tempo ficou marcado pelas mudanças e preocupações com os atletas, entrou Maicosuel no lugar de Adilson, Robinho deixou o jogo lesionado para a entrada de Otero e Rocha saiu sentindo dores e deu lugar para Danilo. Quem entrou, foi bem e o Galo seguiu melhor, mas desperdiçou algumas boas chances de ampliar. Aos 27, o time do Godoy achou seu golzinho, mas nem de longe isso significou uma reação. Atlético 4 a 1 e fim de papo.

Se lá na frente foi tudo bem, a zaga atleticana também foi. Partidaça de Felipe Santana! O zagueiro defendeu tudo o que pode e a parceria dele com o Gabriel deu liga e passou segurança. Giovanni também fez grandes defesas. O goleiro substituiu Victor que perdeu o pai. A Massa fez linda homenagem e desejou força ao santo.


A goleada pode chamar a atenção mas o que fica do resultado é, novamente, a postura do time de Roger que está cada vez mais entrosado, disciplinado taticamente e com os jogadores se entendendo, fazendo boas trocas de passes e se comunicando até pelo olhar. Um time bem treinado e que dá gosto de ver jogar.

A primeira parte da missão Libertadores foi cumprida com sucesso. Agora é Oitavas-de-final, mata-mata, a brincadeira ficou séria. Antes, ainda dá tempo de secar alguns times aí, para quem sabe o Atlético não terminar como o melhor primeiro lugar da fase de grupo. É difícil, mas não é impossível!

#VamuGalo

Saudações Atleticanas!
Fotos: Site oficial do Atlético

História:
Atlético não perde para equipes argentinas há quase 19 anos. Nos últimos sete jogos em Belo Horizonte, foram sete vitórias do Galo. A série teve início em 2000, com a vitória por 3 a 2 sobre o San Lorenzo, pela Copa Mercosul. No mesmo ano e pela mesma competição, o Galo bateu o Boca Juniors por 2 a 0.
Em 2013, vieram as vitórias sobre Arsenal (5 x 2) e Newell’s Old Boys (2 x 0), ambas pela Libertadores. Já em 2014, o Atlético derrotou o Lanús na decisão da Recopa Sul-Americana (4 x 3).
Na Libertadores de 2016, o Galo venceu o Racing (2 a 1) e, manteve a sequência vitoriosa com a goleada sobre o Godoy Cruz (4 x 1), também pela Libertadores. A última derrota alvinegra para times argentinos foi em 1998, diante do Rosário Central, pela Copa Conmebol. Dados do site oficial do Galo.

domingo, 14 de maio de 2017

Atlético empata na estreia do Brasileirão



por Priscila Oliveira

O Atlético empatou em 1 a 1  o urubu no sábado, 13 de maio, no Maracanã. Foi a partida de estreia do Campeonato Brasileiro 2017. 

Foi um jogão digno de estreia em campeonato, com o resultado um pouco melhor para o Atlético que jogou fora de casa. A Massa em bom número, fez o time se sentir à vontade. Por vezes, só ecoou o canto atleticano no Maraca.

Em campo, um futebol intenso com os dois times buscando o gol. Era o urubu atacar, que o Galo respondia de imediato. Teve grandes jogadas, defesas e bola tirada pela zaga na linha do gol para os dois lados. Ligeiramente melhor em campo, o time atleticano teve 57% de posse de bola e a melhores chances no ataque. O gol sofrido pelo Galo, aos 23 minutos do 1º tempo, foi uma fatalidade. O jogador adversário cruzou fechado e a bola entrou direto no gol. Victor não tinha o que fazer.

Depois do gol, o Alvinegro intensificou as investidas no ataque e quase ampliou na cobrança de falta de Otero, que fez o goleiro se esticar todo pra defender, aos 34.

O Atlético foi para o 2º tempo com Cazares no lugar de Otero. O muleque incendiou de vez a partida. Quase fez o gol no primeiro minuto e teve outros chances mais.

Aos 14 minutos, numa falha do zagueiro Réver, Fred dominou na área e tocou no meio para Elias chutar de primeira, no ângulo, e fazer um golaço. Atlético 1 a 1. Pena o volante não ter comemorado. Mas, fez o mais importante, o gol. Tá bom! Impressionante como no pós-jogo times adversários dizem que erraram na marcação do Elias. Ou isso é menosprezo, ou técnico e jogadores não estão entendendo a posição dele em campo. Ainda bem! Joga muito esse Elias!

Cazares seguiu ditando o ritmo do ataque alvinegro e merecia lá ter feito seu golzinho... Lá atrás a defesa atleticana cuidou bem de não levar mais gol. Metade do 2° tempo, era possível ver o adversário já cansado, enquanto os jogadores atleticanos estavam a pleno vapor, o que mostra o bom trabalho do departamento físico.

Uma boa estreia com o Galo mandando o recado de que este ano promete! E essa impressão não é pelas últimas vitórias, título mineiro ou pelo empate com o urubu num jogo  bom desse, é pela postura do time e é pelo futebol do time que encaixou. O time do Roger tá certinho e a tendência é melhorar e render mais com o tempo de trabalho. Robinho já falou dos três objetivos para o ano: ser CAMpeão brasileiro, ser o craque da competição e ajudar Fred a ser artilheiro novamente. Se vai alcançar tudo isso ou não., só posso dizer que TORCEMOS! Mas, só de sonhar, de bancar o sonho, já é postura de time ambicioso. E ambição mais qualidade costuma dar resultado. Ah, a humildade é o tempero secreto dessa mistura aí. E isso o Galo tem!

O Campeonato Brasileiro 2017 estreou com o maior clássico interestadual do Brasil e será encerrado assim, salvo imprevisto. Se o primeiro gol da competição foi do urubu, quem sabe o último, que pode ser mais importante, será o do Galo... #EuAcredito

Saudações Atleticanas

Foto: Site oficial do Atlético 

segunda-feira, 8 de maio de 2017

44 vezes Atlético CAMpeão Mineiro

É C.A.M.peão!!!


por Priscila Oliveira

Com uma campanha incontestável, o Atlético sagrou-se CAMpeão Mineiro 2017. O Alvinegro, que tinha a vantagem do empate, venceu por 2 a 1 o Ipiranga na tarde deste domingo, 07 de maio, no Estádio Independência, na partida de volta da final. Líder na fase de classificação, melhor ataque, melhor defesa, artilheiro do campeonato (desde 2005, nenhum artilheiro da competição era do time campeão, até este ano). A campanha vitoriosa contou com 15 jogos, 11 vitórias, dois empates, duas derrotas e 77,8% de aproveitamento, 32 dois gols a favor e 11 contra. Foi o 44º título mineiro do Galo, que é o maior campeão de Minas..

É C.A.M.peão!!! Sem ressalvas, com mérito e louvor. O povo azul gosta mesmo é de falar demais. Passaram a semana inteira dizendo que no domingo era o dia de saber quem é quem. E todos souberam: Atlético campeão mineiro. Porque um campeão é definido no campo, no futebol e não no grito. E aí, como ensinou o bruxo Ronaldinho Gaúcho, “quando tá valendo, tá valendo”. Outro mito, Marcos Rocha deu até a dica, abre o jornal e confere quem é quem...


Em campo o Atlético jogou muito, enquanto o outro time queria era bater, ou apitar o jogo. O Horto estava lotado, com o novo recorde de público (22.411) e o time atleticano pilhado. Aos 12 minutos, já o primeiro gol pra calar a boca do povo azul. Leonardo Silva roubou a bola antes do meio de campo e tocou para Robinho. Ele conduziu pelo meio, passou por dois marcadores e abriu na ponta direita para Fred. O artilheiro, num cruzamento rasteiro, devolveu para Robinho, na segunda trave, finalizar para o gol. Atlético 1 a 0. Eram dois contra cinco adversários. Linda jogada! Aos, 29 minutos, um outro gol “cala a boca”. Elias deu belo passe para Robinho, que chutou cruzado para o fundo da rede. Mas só o bandeirinha viu impedimento e anulou o gol.


O adversário até detinha uma certa posse de bola, mas não sabia muito bem o que fazer com ela. O Atlético mostrou mais qualidade na marcação e no ataque, foi mais eficiente teve as melhores chances na final.

Aos sete minutos do 2º tempo, eles acharam um gol. Momento em que o Atlético recuou, quase perdeu o meio de campo, dificultando o contra-ataque. Mas Roger, que não é bobo, fez ótima leitura do jogo e sentiu a necessidade de um velocista para arrancar o time. Aos 19 minutos, colocou Maicosuel no lugar de Otero e, aos 23, Cazares no lugar de Robinho. Era o fôlego que o time precisava. No primeiro toque de bola, Cazares fez grande jogada individual, foi driblando todo mundo, entrou na área, cruzou para Fred, que perdeu o gol.

Aos 24 minutos, Marcos Rocha roubou a bola do tal do Sobis na defesa, avançou pela direita, passou por um marcador e tocou para Cazares. O muleque, em velocidade, conduziu bola pelo meio e tocou na ponta direita para Elias encher o pé e fazer um GOLAÇO. Atlético 2x 1. Pra calar de vez a boca azul. O gol levou a Massa ao delírio! Depois disso, foi só administrar as investidas do adversário e tentar alguns contra-ataques. Fábio Santos e Cazares por muito pouco não fizeram seus gols.


Grande atuação do zagueiro Gabriel, que mostrou evolução desde as falhas cometidas em jogo da Libertadores. Outro que jogou e tem jogado muito foi Marcos Rocha, simplesmente o melhor lateral-direito da história do Atlético, e do Brasil na atualidade. A jogadaça que ele iniciou para o segundo gol alvinegro foi para coroar a raça e a dedicação de sempre do jogador. O volante Adilson foi outro que jogou muito, quase um “Adilson Donizete”. Roger descobriu em tempo que, com o volante em campo ele resguarda mais sua defesa e libera o Elias, deixando o meio de campo mais forte e com liberdade para criar.


Ele fez grandes defesas só no finalzinho do jogo, mas é preciso falar da atuação do goleiro Victor. Santo e profissional. O pai internado na UTI e todos só souberam no final do jogo e da boca dele.  Emocionado revelou à imprensa o drama e mostrou o profissional que é. Força Santo!


Título de uma campanha vitoriosa que foi finalizada na estratégia do técnico atleticano. Como Fred bem descreveu, o Roger deu um nó tático no adversário nas finais. E foi isso mesmo! Mas, a maturidade do time não pode ser julgada apenas pela final do Mineiro. 

A equipe está assimilando uma nova filosofia de trabalho e desde a cobrança que caiu sobre o técnico nos jogos contra URT (foi chamado de burro) e Libertad, Roger promoveu mudanças, ao mesmo tempo que o time parece ter se unido mais em prol do trabalho proposto por ele. E, aí quando ele descobriu que o time rendia melhor com três volantes (um falso), (precisamente no jogo de ida da final e no jogo de quarta-feira pela Libertadores), foi como o “pulo do gato”. Méritos de Roger que ganhou o campeonato, o vestiário e, também, mais tempo e tranquilidade para trabalhar. Considerando essa leitura, de evolução do futebol da equipe e de padrão de jogo, do poder de decisão de jogadores chaves, esse título vale muito sim e tem que ser considerado. O Atlético de Roger passou bem pela segunda prova do ano*.


No mais, tem coisas que não mudam, quando “tá valendo, tá valendo”! #VamuGalo #ÉCAMpeão #44vezesAtlético #MuitoObrigadaAoTimeTodo

Saudações Atleticanas!!!



*Considerei a classificação para as Oitavas da Libertadores, como a primeira prova. 

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Pela Libertadores, Atlético goleia e está nas Oitavas pelo 5º ano seguido



por Priscila Oliveira

O Atlético goleou por 5 a 1 o Sport Boys nessa quarta-feira, 03 de maio, no estádio Ramón Tahuichi Aguilera, em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. A partida foi válida pela 5ª rodada do Grupo 6 da Conmebol Libertadores Bridgestone. Maior goleada da história do Galo como visitante pela Libertadores, foi também a primeira vitória fora de casa na competição em 2017. O Alvinegro é o vice-líder com 10 pontos e, com 13 gols em cinco jogos, tem o segundo melhor ataque da disputa (atrás do The Strongest com 17). O empate em 1 a 1 entre Godoy Cruz e Libertad (04.05), garantiu o Galo para as oitavas de final da Libertadores pelo 5º ano consecutivo. Além disso, o Atlético é o primeiro time a passar para a próxima faze.

O departamento médico do Clube indicou que alguns atletas deveriam ser poupados. Roger seguiu as orientações e colocou em campo um time misto. Fred, Robinho, Maicosuel e Gabriel foram poupados, dando lugar a Rafael Moura, Cazares, Otero e Felipe Santana. Para lugar de Marlone, que vinha sendo titular mas não está inscrito na competição), entrou Adilson. Todos com ótimas atuações. Ao longo da partida, Marcos Rocha, Leonardo Silva e Rafael Carioca saíram para entrar Carlos César, Erazo e Yago, respectivamente.

Ao invés de problemas, soluções! A necessidade fez o técnico ganhar mais opções na configuração do time e, até mesmo, poder repensar a escalação dos titulares nas próximas partidas. Porque, por exemplo, se o Robinho ainda não é “aquele” de 2016, Cazares tem se mostrado com muita vontade e capacidade para substitui-lo, se for o caso. Futebol diferenciado ele tem, resta saber se vai querer ser protagonista ou coadjuvante. Adilson encaixou como uma luva no time. Com ele em campo é possível deixar o Elias mais solto (falei isso no texto do último jogo). Acredito que sejaser uma substituição natural (e torço muito por isso). E Otero mostrou que não quer deixar de ser uma valiosa opção na bola parada. Além disso, nesta partida, conseguiu contribuir mais para a equipe, mostrando vontade de “fazer acontecer”. Difícil tirar o lugar de Maicosuel, porém pode ser uma peça importante dependendo do tipo de jogo. Rafa Moura, dispensa comentários. Quando convocado não foge a luta. Ótimos problemas para Roger. Ah, e lá na zaga, Felipe não comprometeu. E quando zagueiro não chama atenção, é ótimo sinal.

O primeiro gol do Galo saiu logo aos 10 minutos. Rafael Moura fez o passe para Cazares, que invadiu a área e chutou no canto esquerdo do goleiro para fazer Atlético 1 a 0. Seis minutos depois, Otero roubou a bola no meio de campo, passou para Rafael Moura. Ele avançou para a área e chutou cruzado no ângulo esquerdo do goleiro. Lindo gol! Atlético 2 a 0. 16 minutos de bola rolando e o Alvinegro abrindo 2 a 0 em jogo de Libertadores? Torcedores e, acredito, nem jogadores estão acostumados com isso. Por isso, que o time relaxou um pouco e, aos 41 minutos, o Sport Boys diminuiu o placar com Castillo (ex-Galo), de pênalti. Foi pra tentar dar emoção, gente!

O Atlético voltou para o 2º tempo com mais disposição. Aos 15 minutos, o Galo ampliou. Rafael Moura fez uma tentativa de fora da área, a bola explodiu na trave, bateu nas costas do goleiro e sobrou para Elias completar para o gol. Aos 17, numa bela cobrança de falta, Otero fez Atlético 4 a 1. O venezuelano cobrou direto para o gol, o goleiro tentou encaixar e não conseguiu evitar o gol de Él Escorpión. E, para fechar a goleada, mais um gol de Cazares. Ele recebeu bom passe de Yago e, na área, chutou por baixo do goleiro. Atlético 5 a 1.

Para torcedor que gosta de acreditar na mística dos números (como euzinha aqui), a última vez que o Galo fez 10 gols em um time, na fase de grupos da Libertadores, sagrou-se CAMpeão. #ArsenalDeSarandi #SportBoys #EuAcredito

Não é a qualidade do adversário (ou falta dela) que fez a atuação do Atlético ser boa. O time atuou bem porque quem foi para o jogo tem qualidade e quis mostrar, teve vontade de ganhar e quando quis, decidiu o jogo. As atuações individuais deram o tom. O Atlético voltou aos trilhos da evolução, dessa vez mais consistente. Posso dizer assim? #VamuGalo

Saudações Atleticanas!

Foto: Site oficial do Atlético.

História

-O maior triunfo do Atlético na Libertadores, contando os jogos como mandante e visitante, continua sendo a goleada por 6 a 0 sobre o Cobreloa-CHI, no Mineirão, pela primeira fase da disputa, em 2000. O duelo contra o Sport Boys entrou no top 3 ao se igualar à vitória por 5 a 1, diante do Unión Española-CHI, no Gigante da Pampulha, em 1978.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Atlético segue na vantagem com empate no 1º jogo da final



por Priscila Oliveira

O Atlético empatou em 0 a 0 com o yale na tarde desse domingo, 30 de abril, no Mineirão. Foi a partida de ida da final do Campeonato Mineiro 2017. O Alvinegro manteve a vantagem e, no jogo de volta, outro empate ficará com dará o título ao Galo.

Quem mandou no clássico mesmo foi a Massa do Galo. A faixa “NÓS VAMOS FICAR E CANTAR” representou bem o que a torcida fez na arquibancada. Deu o tom à disputa, cantou o tempo todo (até depois do final da partida) e nem pareceu que tinha outra torcida do estádio. Novamente, 5 mil atleticanos calaram 40 mil.  Foi bonito! E a torcida era uma preocupação já que, no dia anterior, o que era para ser um protesto pacífico acabou com o carro amassado de Marcos Rocha, um dos ídolos atuais da Massa. Uma postagem de indignação nas mídias do jogador com promessa de seguir com a postura profissional e de raça de sempre apesar do ocorrido, aliviou um pouco a tensão, ao mesmo tempo em que deixou muitos apreensivos quanto ao futebol que a equipe apresentaria no clássico mineiro. Mas em campo os jogadores corresponderam às expectativas e, especialmente, Marcos Rocha, teve uma atuação impecável. Tudo coroado com os aplausos dos jogadores ao show da torcida no final da partida, provando que eles filtraram bem o acontecido e a sintonia time/Massa não foi abalada.

Dentro das quatro linhas, a primeira etapa da decisão do Mineiro concluída com um Atlético perfeito tecnicamente. O time atleticano foi inteligente e deixou o adversário escolher “o que queria da vida”. Este escolheu tentar o ataque, já que o empate já favorecia o Alvinegro. Tentou em vão porque a equipe de Roger foi defensivamente disciplinada e perfeita na proposta de imprimir uma forte marcação, bloquear as investidas do ypiranga e não levar gol. Mudou o estilo para jogar com o regulamento e da vantagem conquistada na fase classificatória. Só faltou mesmo encaixar um contra-ataque que fosse para sair com a vitória. E, quase deu quando Elias deu passe para Fred na grande área, mas ele se desequilibrou na hora do chute e bateu mal.

O técnico Roger acertou na estratégia e nas alterações no time no 2º tempo. Otero no lugar do regular Marlone, Cazares no de Robinho e Adílson no lugar de Maicosuel, deu uma nova dinâmica ao jogo atleticano. Principalmente, esta última troca. Com Adílson, Elias ficou mais livre para avançar ao ataque.

Foi uma grande partida do jovem zagueiro Gabriel, que vinha sendo muito criticado por alguns erros em jogos passados. Do lado de cá, o lado preto e branco, ficou a ótima impressão deixada pela apresentação do Atlético que leva a decisão para o Horto um pouco mais tranquilo. Lembrando que, o Galo ainda jogou pela Libertadores durante a semana, e estava mais cansado.

Do lado de lá restou a choradeira de time que não sabe justificar a incompetência nos próprios erros ou assumir a qualidade do adversário, preferindo bater na mesa e questionar decisões do árbitro, que foram comprovadas como corretas. A arrogância sempre vestiu azul!

Segue o jogo... O jogo de volta da final será no domingo, 7 de maio, no Independência. #VamuGalo

Saudações Atleticanas!!!

Foto: Daniel Teobaldo (@Daniteo e @SoulGalo)

quinta-feira, 27 de abril de 2017

No Horto, Atlético vence o Libertad pela Libertadores



por Priscila Oliveira

O Atlético venceu por 2 a 0 o Libertad (PAR) nesta quarta-feira, 26 de abril, na Arena Independência. Foi a 4ª rodada do Grupo 6 da Conmebol Libertadores Bridgestone. Já são 10 jogos de invencibilidade atleticana como mandante em confrontos pela competição continental, sendo o sétimo triunfo seguido em jogando em casa. O Alvinegro chegou aos sete pontos conquistados, e havia retomado à liderança mas o Godoy Cruz venceu no final da rodada.

O time atleticano entrou em campo sob um céu de fogos de artifícios e aos gritos de “Eu quero é raça, do time todo!” de uma Massa pilhada que já queria pilhar o time. Os jogadores entenderam o recado e a raça não faltou, nem a técnica. Roger baixou a guarda, mudou, e tudo o que se fala do Atlético na versão de seu treinador, foi visto na partida. Um meio fortalecido, um ataque abastecido e uma defesa firme. O goleiro Victor voltou ao time, fez sua estreia na Libertadores no Dia do goleiro, e uma partidaça com grandes defesas. Confiante, acertando saída de bola, no tempo certo, perfeito, seguro e transferindo essa segurança toda para o time. Como é bom ter essa referência no time!

O nosso “veio” ídolo, Leonardo Silva também ganhou todas lá atrás. E, o seu aprendiz Gabriel não teve nem coragem de errar perante uma a atuação brilhante do veterano capitão. Avançando um pouco e se vê o Rafael Carioca, antecipando à defesa, bloqueando o adversário, conduzindo o time com passes precisos e, principalmente, ariscando chutes à distância. Elias regulou junto com ele, e com ainda mais categoria. Mais adiante, se viu um Otero querendo mostrar serviço. Estava impossível! Se ainda falta a ele ser mais efetivos para a equipe, sobra vontade de fazer a jogada dar certo. O paraguaio deve estar procurando o venezuelano até agora. Que drible foi aquele?! Lindo! Depois, numa cobrança de falta, Él Escorpión acertou uma bola da trave que “pelamordeDeus”. Como diria meu velho pai, “ele fez o mais difícil, com um gol daquele tamanho, acertou a trave”. Maicoseul manteve a atuação notável dos últimos jogos, imprimiu velocidade e sempre buscando o gol. Marcos Rocha e Fábio Santos deram todo o apoio que se espera deles, alternaram entre bons passes e cruzamentos para o ataque. E, foi no ataque de Fred e Robinho, o ponto a ajustar na partida. Eles estavam muito participativos, tentando chegar, mas faltou capricho nas finalizações. Talvez a ansiedade tenha atrapalhado um pouco e mantido o placar em branco na etapa inicial. Mas o futebol que o time apresentou era tão efetivo, que o gol era mesmo questão de tempo.

Os gols atleticanos só saíram no 2º tempo. O primeiro com Robinho, aos 26 minutos. Depois de receber belo passe de Fred, ele invadiu a área e finalizou para o gol. Atlético 1 a 0. Foi o quarto gol de Robinho na competição. Aos 43 minutos, Fred cruzou rasteiro para Rafa Moura que finalizou, o goleiro espalmou, e Cazares pegou o rebote para fazer o gol Atlético 2 a 0.

Do outro lado, o adversário chegou pouco ao ataque, porém com qualidade. Mas, o Victor estava lá defendendo todas e sendo decisivo para a vitória. Quando se tem um gramado apropriado e se joga futebol, a história é diferente, não é mesmo Libertard?! O time todo do Galo jogou bem, foi bonito!  Vamos juntos! #VamuGalo

Saudações Atleticanas!!!

Foto: Site oficial do Atlético


Um pouco dos números:
-151 jogos no “novo” Independência
-104 vitórias
-32 empates
-15 derrotas
-O Atlético já é o maior recordista de série invicta, jogando em casa, da história. 

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Galo vence e está na final pelo 11º ano seguido

 


por Priscila Oliveira

O Atlético venceu por 3 a 0 a URT neste domingo, 23 de abril, na Arena Independência. Foi a partida de volta da semifinal do estadual. A vitória garantiu o Galo na final com Campeonato Mineiro pelo 11º ano seguido.

Fator vitória: Atitude! Aquela que foi cobrada no jogo de quarta-feira pela Libertadores. Atitude do treinador em mexer no time, alterando o esquema, e atitude dos jogadores em campo, que impuseram o jogo, desejaram a vitória, dominaram o adversário. Foi nítido!

Difícil mesmo criticar treinador quando não se sabe o que se passa realmente nos bastidores, por isso que o (meu) pedido foi mais de “postura” que de qualquer outra coisa. Lidando com o que se vê, com a forma como o time se apresentou, percebe-se que arestas foram aparadas. Em campo, um Atlético bem armado, compacto, jogando com intensidade do início ao final do jogo, como tinha que ser, e a vitória veio tranquila. Bom demais! O Alvinegro fez o jogo ser tranquilo. Seriedade, alternativas (que faltaram no Paraguai) e gols.

Depois de tanto tentar, o primeiro gol veio na cobrança de falta rápida de Marcos Rocha para a cabeçada certeira de Rafael Moura aos 37 minutos do 1º tempo. Atlético 1 a 0. O time era só ataque, mas o segundo gol só saiu no 2º tempo, aos 12 minutos. Marlone foi derrubado na área, Robinho cobrou o pênalti e fez Atlético 2 a 0. A jogada seguinte foi linda. Marcos Rocha fez um lançamento perfeito para Rafael Moura que, cara a cara com o goleiro, finalizou errado. Ô He-Man, era só dar uma “cavadinha” para a bola encobrir o goleiro. Que pecado!

O jogo seguiu das alterações que Roger fez no time se desenhou o terceiro gol. Aos 21, Maicosuel, que jogou muito e merecia ter feito um gol deu lugar para o Otero que entrou bem e fez o dele. Depois, Robinho saiu para a entrada de Cazares, que participou da jogada do gol do venezuelano. Aos 44, Cazares deu o passe para Marcos Rocha, melhor do jogo (pra mim), que deixou Otero em ótimas condições para fazer Atlético 3 a 0. Virou goleada da classificação.

O jogo também marcou a volta Victor ao time. E, só por ser essa referência máxima de goleiro, o adversário mal chutou a gol. Isso que é respeito!

Na final, o Atlético vai enfrentar o Yale, que não chega à decisão do Campeonato Mineiro há dois anos. O jogo será disputado no domingo, 30 de abril, no Mineirão. Antes disso, o Atlético volta a enfrentar o Libertad pela Libertadores, na quarta-feira, 26 de abril, desta vez no Horto. #VamuGalo

Saudações Atleticanas!!!

Foto: Site oficial do Atlético