segunda-feira, 24 de abril de 2017

Galo vence e está na final pelo 11º ano seguido

 


por Priscila Oliveira

O Atlético venceu por 3 a 0 a URT neste domingo, 23 de abril, na Arena Independência. Foi a partida de volta da semifinal do estadual. A vitória garantiu o Galo na final com Campeonato Mineiro pelo 11º ano seguido.

Fator vitória: Atitude! Aquela que foi cobrada no jogo de quarta-feira pela Libertadores. Atitude do treinador em mexer no time, alterando o esquema, e atitude dos jogadores em campo, que impuseram o jogo, desejaram a vitória, dominaram o adversário. Foi nítido!

Difícil mesmo criticar treinador quando não se sabe o que se passa realmente nos bastidores, por isso que o (meu) pedido foi mais de “postura” que de qualquer outra coisa. Lidando com o que se vê, com a forma como o time se apresentou, percebe-se que arestas foram aparadas. Em campo, um Atlético bem armado, compacto, jogando com intensidade do início ao final do jogo, como tinha que ser, e a vitória veio tranquila. Bom demais! O Alvinegro fez o jogo ser tranquilo. Seriedade, alternativas (que faltaram no Paraguai) e gols.

Depois de tanto tentar, o primeiro gol veio na cobrança de falta rápida de Marcos Rocha para a cabeçada certeira de Rafael Moura aos 37 minutos do 1º tempo. Atlético 1 a 0. O time era só ataque, mas o segundo gol só saiu no 2º tempo, aos 12 minutos. Marlone foi derrubado na área, Robinho cobrou o pênalti e fez Atlético 2 a 0. A jogada seguinte foi linda. Marcos Rocha fez um lançamento perfeito para Rafael Moura que, cara a cara com o goleiro, finalizou errado. Ô He-Man, era só dar uma “cavadinha” para a bola encobrir o goleiro. Que pecado!

O jogo seguiu das alterações que Roger fez no time se desenhou o terceiro gol. Aos 21, Maicosuel, que jogou muito e merecia ter feito um gol deu lugar para o Otero que entrou bem e fez o dele. Depois, Robinho saiu para a entrada de Cazares, que participou da jogada do gol do venezuelano. Aos 44, Cazares deu o passe para Marcos Rocha, melhor do jogo (pra mim), que deixou Otero em ótimas condições para fazer Atlético 3 a 0. Virou goleada da classificação.

O jogo também marcou a volta Victor ao time. E, só por ser essa referência máxima de goleiro, o adversário mal chutou a gol. Isso que é respeito!

Na final, o Atlético vai enfrentar o Yale, que não chega à decisão do Campeonato Mineiro há dois anos. O jogo será disputado no domingo, 30 de abril, no Mineirão. Antes disso, o Atlético volta a enfrentar o Libertad pela Libertadores, na quarta-feira, 26 de abril, desta vez no Horto. #VamuGalo

Saudações Atleticanas!!!

Foto: Site oficial do Atlético 

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Atlético perde no Paraguai




por Priscila Oliveira

O Atlético perdeu de 1 a 0 para o Libertad no estádio Nicolás Leoz, em Assunção no Paraguai, na quarta-feira, 19 de abril. A partida foi válida pela 3ª rodada do Grupo 6 da Conmebol Libertadores Bridgestone. O Alvinegro segue com quatro pontos e divide a liderança do grupo com o Godoy Cruz. (Ao final da rodada, o Galo perdeu a liderança).

O Atlético foi vencido mais pela chuva que pelo adversário. Ou pela falta de ousadia, talvez. Com dois dias chuvosos em terras paraguaias, o gramado virou um pasto. Está certo, que estava ruim para os dois lados. Mas, imagina isso para o time que está sendo moldado ao toque de bola, à técnica. Assim, o mandante já saiu um "cadim" à frente, porque sabia onde estava pisando e nem permitiu que os jogadores atleticanos fizessem o reconhecimento do campo de batalha. E o Galo saiu um "cadim" atrás, ao não optar por outro estilo de jogo, menos técnico e mais raçudo, no abafa de outrora, já que não havia condições para toque de bola.

Faltou ao time de Roger chutar a gol, arriscar... Quatro finalizações em 90 minutos foi pouco. Faltou chutar de longe, de perto, de qualquer jeito. “Chuvera" bola na área do adversário. É Libertadores, pô! O time que inventou a raça a guardou neste jogo. E isso é que difícil de reconhecer. Desculpe se parece exagero, é que derrota em Libertadores toma maiores proporções.

Quatro meses é um tempo razoável para o treinador mostrar serviço. Tem gente que ainda acha cedo para maiores cobranças. Acredito que seja hora de ligar o alerta.  Antes apertar o cinto agora que chorar depois.

Também acredito que, às vezes, o técnico se apega tanto ao seu estilo de jogo, está tão fechado naquilo e não quer dar o braço a torcer que acaba não percebendo que o tempo, a atmosfera, o clima, o cenário mudaram. E o jeito de jogar do time também deve mudar, tem que ter alternativas para não abdicar da vitória, ou no mínimo lutar por ela até o fim. A forma como se perdeu este jogo é que preocupou.

Por ora, isso não é cobrança para que o time voe e ganhe de todo mundo, é um pedido por criatividade, chutão, luta, atitude/vontade. Afinal, nem sempre as condições serão totalmente perfeitas para jogar um futebol de almanaque, de fundamentos perfeitos. “O ótimo é inimigo do bom”, já dizia o sábio. Então Roger, arruma a casa aí que a Massa vai junto!


Saudações Atleticanas!!!

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Atlético empata e mantém a vantagem na semifinal do Mineiro



por Priscila Oliveira

O Atlético empatou em 1 a 1 com a URT no domingo, 16 de abril, no Mineirão. Foi o primeiro confronto das equipes pela semifinal do Campeonato Mineiro.

O Alvinegro terminou a fase classificatória do campeonato na liderança e tem a vantagem de se classificar com dois resultados iguais, no caso outro empate, e fazer a segunda partida em casa, como sabem. Como a URT optou por jogar no Mineirão, os dois jogos do Galo são em casa. Por isso, esperava-se mais poder de decisão do time de Roger. Fora aquela “ladainha” de sempre: olha o nível dos jogadores atleticanos, o investimento que é feito para a performance deles, as condições de trabalho oferecidas, a folha de pagamento etc.

O time atleticano fez um bom 1º tempo e abriu o placar aos 21 minutos. Rafael Moura roubou a bola, invadiu a área e bateu pro gol. Atlético 1 a 0. Como é bom ver Rafa Moura fazer gols, comemorar com a "sua" torcida. 

Bem, depois, disso, desperdiçou muitas chances de matar logo o jogo. Gols que fizeram falta na etapa final, quando o desempenho não foi tão bom e quando o adversário empatou a partida aos quatro minutos do 2º tempo.

Para a maioria dos torcedores o campeonato estadual “não serve pra nada”, desde que você vença todos, “mostre serviço”. “Não serve pra nada”, mas pode servir para derrubar técnico precocemente, por exemplo; também para parte da torcida vaiar o time em semana de Libertadores e minar um trabalho que pode vir a ser promissor. Portanto, treinador, segure esse Galo pelas esporas, antes que tudo desande. Já que preza os fundamentos do futebol, o seu time além de tocar bem a bola, tem que fazer bons lançamentos e cruzamentos, tem que cuidar do drible e da finalização, da condução do jogo. Organiza o terreiro aí! Campeonato estadual tem que servir pra isso!

O desempenho abaixo do esperado, pode ter sido por causa do jogo na quinta-feira pela Libertadores, quando os 21 minutos finais foram intensos e elétricos em busca da vitória; pode ter sido pelo horário do jogo das 11h da manhã (nunca vou concordar com este horário). Ok! Mas a aparente apatia incomodou. Acredito ser muito cedo para Roger ser crucificado. Por ora, considerando o adversário (em toda essa análise), enfatizo que faltou vibração. Vocês sentiram isso?

Saudações atleticanas!!!

Foto: Site oficial do Atlético

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Com emoção, Atlético vence na estreia em casa pela Libertadores



por Priscila Oliveira

O Atlético venceu por 5 a 2 o Sport Boys da Bolívia, na noite desta quinta-feira 13 de abril, na Arena Independência. O jogo, válido pela 2ª rodada do Grupo 6 da Conmebol Libertadores Bridgestone 2017, marcou a estreia do Galo em casa na competição continental. O Alvinegro é o líder do Grupo, com os mesmo quatro pontos que o Godoy Cruz, mas com melhor saldo de gols (três). Partida em que o Atlético ultrapassou a marca de um milhão de torcedores em jogos de Libertadores. É a Massa do Galo!

O placar passa uma tranquilidade que o jogo não teve. Foi uma vitória difícil, vitória de Galo na raça de Fred que, nos 21 minutos finais, fez quatro gols! Robinho abriu o placar logo aos quatro minutos. Marcos Rocha cruzou da direita na área, o goleiro deu um tapa na bola e ela sobrou para o atacante cabecear para o gol. Atlético 1 a 0. Mais seis minutos, e o Sport boys empatou. Foi triste ver Luan saindo de campo lesionado, aos 29 minutos. Depois veio a notícia que, dessa vez, o problema seria muscular e não no joelho recuperado. Menos mal! Cazares foi para o jogo.

O Galo seguiu com o domínio e poderia ter ampliado o placar ainda na primeira etapa, seja na tentativa de bicicleta de Robinho, ou na cabeçada ‘quase’ perfeita de Fred (passou muito perto, rente a trave, balançando a rede pelo lado de fora). Mas não, o Galo preferiu testar a fé do atleticano. A trupe de Roger teve a posse de bola nos melhores e piores momentos, mas em boa parte do jogo foi aquela velha história, não soube muito bem o que fazer com esse domínio. Assim, perdeu o meio de campo e viu o adversário crescer e virar para 2 a 1, aos 9 minutos do 2º tempo.

Momento em que a torcida dividiu os sentimentos, parte cantava “o Galo é o time da virada, é o time do amor”, parte pedia raça e a parte mais infeliz, vaiou. Otero, que não vinha fazendo uma boa partida, saiu vaiado para a entrada de Rafael Moura. Este, tem mudado o astral do time toda vez que vai pro jogo. E, para os cornetas e secadores deve ter sido bem difícil ver o Galo virando e transformando a partida em um jogão.

Enfim, a torcida se uniu, cantou mais alto e mais forte no momento em que os jogadores mais precisavam e aí baixou o espírito de Libertadores. Rafael Carioca entendeu o recado, chutou forte de fora da área, como se desse um basta na cobrança que vinha recebendo. Lá no ataque Fred “direcionou” a bola para o gol, um toque, “matou” o goleiro e “desencantou”. Atlético 2 x 2. Isso, aos 26 minutos do 2º tempo.

O time acelerou e três minutos depois já veio a virada atleticana. Rafa Moura tocou para a área, a bola desviou no adversário sobrando para Elias que rolou para Fred. Com um toque, ele mandou a bola para o gol vazio. Atlético 3 a 2. A torcida foi à loucura e seguiu ditando o ritmo. Aos 32, Robinho saiu para a entrada de Danilo. E, aos 43, ele bateu a falta, pela esquerda, direto para a cabeçada de Fred para o gol (a bola ainda desviou de leve no adversário, tirando o goleiro). Atlético 4 a 2.

Nos acréscimos, os 47 e último lance, veio o gol mais bonito. Rafa Moura, pela direita, cruzou para Fred que, antes da área, deu um belo toque por cobertura, fazendo um lindo gol. Atlético 5 a 2. O artilheiro emocionado, não conteve as lágrimas.


Deixaram o papai chegar e no embalo da Massa, Fred fez um, dois, três, quatro gols num jogo de Libertadores, o que não acontecia desde Guilherme em 2000.  Entrou para história! Dos 16 gols na temporada, cinco foram pela competição continental, onde já é o vice-artilheiro (um gol pela Primeira Liga e 10 pelo Mineiro). Uma virada emocionante! Foi uma semana difícil para Fred. Expulso no clássico, ele pegou quatro jogos de suspensão e os gols demorando a sair nessa partida. Deixou o campo chorando, reconhecendo o erro, mas dando a resposta em campo, como deve ser. Valeu Fred!

Vitória importante para as pretensões do Atlético na competição e para astral do time e sintonia com a Massa. Na segunda-feira, na entrada da Cidade do Galo, torcedores colocaram uma faixa com os dizeres: “Fim dos amistosos. Agora é guerra! Raça, empenho e dedicação até o fim! Vamos lutar para vencermos tudo”. Parece que os jogadores entenderam. Vamos juntos! #VamuGalo 

Saudações Atleticanas!!!

Fotos: Site oficial do Atlético

Um pouco de história:
Nos últimos cinco anos, foram 21 jogos do Galo Como mandante na Libertadores, alcançando 16 vitórias, quatro empates e apenas uma derrota. E, atuando em casa, o Alvinegro vem de seis vitórias seguidas, com invencibilidade de oito partidas.

Bons números que trazem boas recordações. Para quem gosta de “coincidências”, a estreia em casa na Libertadores de 13, também foi em um dia 13 ((só que de fevereiro)). E numa quarta-feira de cinzas, como bem lembrou a amiga Adri Valadares. Neste ano, o Clube estreou em casa também em um dia 13, numa quinta-feira santa ((mas já sendo a 2ª rodada)). E, na segunda rodada em 2013, vencemos o Arsenal da Argentina por 5 a 2, assim como a segunda rodada deste ano. Será que estou “forçando” o “acaso”? rs...

No dia 07 de abril, foi divulgado que o Atlético é o brasileiro mais bem colocado no ranking mundial de clubes da Federação Internacional de Futebol, História e Estatística (IFFHS). O Alvinegro está em 13º lugar, com 212 pontos e disputa a Libertadores pelo 5º ano seguido.

Veja os 13 primeiros colocados:
1 – Atlético Nacional (Colômbia) – 383
2 – Real Madrid (Espanha) – 310
3 – Barcelona (Espanha) – 280
4 – Paris Saint-Germain (França) – 262
5 – Shakhtar Donetsk (Ucrânia) – 260,5
6 – Bayern de Munique (Alemanha) – 254
7 – Borússia Dortmund (Alemanha) – 250
8 – Sevilla (Espanha) – 248
9 – Atlético de Madrid (Espanha) – 239
10 – Juventus (Itália) – 234
11 – Fenerbahçe (Turquia) – 218
12 – Manchester United (Inglaterra) – 216
13 – CLUBE ATLÉTICO MINEIRO (BRASIL) – 212,00


domingo, 9 de abril de 2017

Galo perde no Sul de Minas




por Priscila Oliveira

O Atlético, com um time alternativo, perdeu por 2 a 1 para a Caldense, no  domingo, 9 de abril, no estádio Ronaldão, em Poços de Caldas. O Atlético terminou a fase classificatória do Campeonato Mineiro em primeiro lugar, com 27 pontos, e enfrentará a URT na semifinal. O Galo tem a vantagem de jogar por dois resultados iguais para avançar à decisão.

O Alvinegro saiu na frente no Sul de Minas na cobrança de falta de Marlone, que marcou seu primeiro gol com a camisa atleticana, aos 37 minutos do 1º tempo. Mas, na etapa final, veio a virada da Caldense com Luiz Eduardo, aos 5 minutos, e Cristiano, aos 31 minutos.

O jogo foi de baixa qualidade técnica. Talvez tenha faltado ao Galo entrosamento para um resultado melhor, já que estava com um segundo time. Do outro lado, a Veterana tinha motivação maior para buscar a vitória, já que lutava por uma vaga na semifinal. Fez a parte dela, mas a URT venceu o Tombense e se classificou.

Na quinta-feira, 13 de abril, o Atlético receberá o Sport Boys, da Bolívia, no Independência, pela 2ª rodada do Grupo 6 da Libertadores. Que é mais legal!


Saudações atleticanas!!!

Foto: Site oficial do Atlético

domingo, 26 de março de 2017

Galo segue 100% no Mineiro #Galo109



por Priscila Oliveira 

O Atlético venceu por 2 a 0 a URT no domingo, 26 de março, na Arena Independência. A partida foi válida pela 9ª rodada do Campeonato Mineiro. Com a vitória, a nona seguida, o Alvinegro abriu mais vantagem na liderança da competição. O Galo tem 27 pontos e 100% de aproveitamento. Como os outros resultados da rodada, o Atlético garantiu matematicamente a primeira colocação na fase classificatória do Mineiro e terá a vantagem de jogar por dois resultados iguais na semifinal, e em uma eventual decisão.

Mais um vitória, mais parabéns #Galo109 e mais líder. E teve gol do artilheiro Fred, o 10º no campeonato, com a camisa 9 do Rei e comemorando como ele. E, também, do maluco do Luan, em grande estilo: raça e gol. 

Em comemoração aos 109 anos do Alvinegro, os jogadores vestiram camisas com a hashtag #Galo109 e, no lugar do nome do atleta, estará nome de um grande ídolo. A lista dos ídolos foi uma escolha pela torcida em pesquisa realizada no Twitter oficial do Atlético, e também por membros da imprensa mineira. Ação bacana demais.

Voltando ao jogo, o Atlético foi superior e jogou melhor no segundo tempo, coincidentemente, quando Luan foi para o jogo, no lugar de Danilo, e quando os gols saíram.

Aos três minutos, Fred recebeu grande passe de Robinho, dominou a bola no peito e chutou de primeira para fazer Atlético 1 x 0. O outro gol saiu só no finalzinho, aos 42. Cazares fez ótimo lançamento para Luan que passou pelo goleiro e, quase sem ângulo, tocou para o gol. Ele acredita em todas. Deu certo mais uma vez. Atlético 2 x 0.


Fotos: Site oficial do Atlético. 

sábado, 25 de março de 2017

#Galo109 - Vida longa ao Atlético



por Priscila Oliveira

E a paixão maior do mundo completa 109 anos.

Vida longa ao Atlético CAMpeão do Gelo; maior CAMpeão mineiro; primeiro CAMpeão do Brasileiro; CAMpeão da Libertadores mais emocionante de todos os tempos, CAMpeão da Copa e da Recopa e de tantas conquistas e heróis, do velho e do no Atlético.

Vida longa ao Clube que é preto e branco, que é inclusão, que é povo na sua essência.

Vida longa ao verdadeiro time da virada. Ao Atlético que deu um novo sentido para a fé e uma nova conjugação do verbo acreditar. -Eu Acredito! -Tu acreditas! -Nós Atleticanos! E provou que este “acreditar” alvinegro faz raios caírem no mesmo lugar quantas vezes forem necessárias.

Vida longa ao Galo que fez do vento seu inimigo íntimo, eternizado por Roberto Drummond. “Se houver uma camisa branca e preta pendurada num varal durante uma tempestade, o Atleticano torce contra o vento”.

Vida longa ao cantar do Galo nosso de cada dia; das resenhas que envolvem toda a sua história, das festas nas arquibancadas só para o ver jogar, das festas nas ruas, dos jogos e títulos épicos, dos craques imortais. O Galo é a parte da nossa vida que deu certo antes de a bola rolar, é o ideal alcançado desde 1908.

O dia 25 de março é dia de relembrar que o sonho de 22 meninos é paixão de milhões. Dia de autocelebrar os sabores dessa vida de Galo, de ser.

Vida longa ao Atlético, aos Atleticanos de hoje e aos de amanhã, aos que o fazem imortal!

Te amo C.A.M.peão!!! 

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Foto 1: @daniteo - Soul Galo
Foto 2: Esporte Interativo